Análise Comparativa de Concorrentes para Link Building

30 Mar

Participei do evento Distilled Link Building Seminar, em New Orleans, no dia 25/03/11. Dos oito profissionais de SEO que passaram o dia contando seus segredos e dicas sobre link building, uma palestrante era mulher.

Estou postando artigos sobre cada palestra no blog da Enlink, mas essa, da única representante feminina no evento, eu reservei para o blog SEO de Saia. Então vamos a ela:

Utilizando Análise de Concorrentes para Encontrar Ações de Link Building

Palestrante: Jane Copland, consultora de SEO na agência Ayima

Resumo: Fala-se muito em análise competitiva para criar uma estratégia de link building. Jane mostra as métricas que devem ser acompanhadas e as que podem ser ignoradas.

 

Muitos profissionais utilizam ferramentas para encontrar referrer domains para seus concorrentes e imediatamente começam a tentar conseguir links com os mesmos link prospects. Jane começa sua palestra afirmando que “copiar o perfil de links de um concorrente pode fazer com o que o seu site seja tão ‘feio’ quanto o dele”. Ela sugere analisar os tipos de link e estratégias que os concorrentes utilizam, para então definir se são um bom parâmetro ou não.

Para isso, a palestrante indica acompanhar os links que apontam para o seu site e também para os seus concorrentes e checar o que está funcionando (ela sugere realizar isso a cada 2 meses):

 

Métricas que devem ser acompanhadas:

 

√  Mudanças de ranking com o passar do tempo

√  Porcentagem de distribuição de anchor text

√  Class C IP

 

Para chegar a lista de dados a seguir:

Quadro Comparativo Concorrentes Ranking Google

Então compare mudanças no perfil de links do seu site e concorrentes:

– Use a ferramenta Majestic SEO, que mostra o IP dos referring domains, e faça busca no Bing por “IP:XXX.XXX.XXX.XX” para encontrar link networks (não invista nisso, apenas use para detectar quais concorrentes estão utilizando essa estratégia e então não se baseie no link profile deles);

– Após colher IP, pode inseri-lo na ferramenta FlagFox, que permite determiner a cidade, bandeira do país, informações de latitude e longitude information e ver o local no Google Maps;

– Link spikes podem ser explicados por compra de domínios e implementação de redirect 301.

 

Métricas que devem ser ignoradas:

(x) Page Rank (não ignore caso seja zero);

(x) Volume absoluto de links;

(x) Links excelentes, mas impossíveis devido ao seu conteúdo ou relacionamento que aquele concorrentes tem com o link prospect;

(x) Localização do site com o link (Errata: Local onde o link será colocado);

(x) Número de sites hospedados em um servidor (a não ser que se trate de link networks).

Métricas que devem ser ignoradas em análise comparativa de sites

Caso ainda não tenha lido, aqui estão os links para os outros artigos sobre o evento Distilled Link Building Seminar:

  1. Erros de Link Building
  2. Link Building em Redes Sociais


15 Comentários to “Análise Comparativa de Concorrentes para Link Building”

  1. Paula Albocino March 30, 2011 at 1:19 pm #

    Oi Manu,

    Pela sua cobertura do evento, tanto aqui quanto no blog da Enlink, percebe-se que o evento foi muito bom. Entretanto, sabe-se que as melhores dicas desses eventos rolam durante os intervalos e, principalmente, nas festas de encerramento.
    E aí, alguma dica extra oficial? :)

    Obrigada por compartilhar dicas do seminário com a gente.

    Beijos,
    Paula

    • Manuela Sanches March 30, 2011 at 3:07 pm #

      Oi Paula!

      Realmente valeu a pena ter ido. Como foi só um dia de evento não teve muito tempo pra chegar nesse nível de conversa com os palestrantes e outros profissionais, mas aqui seguem mais dicas que a Jane deu:

      – Links de relacionamento: não podem ser copiados e também nunca devem ser explorados com anchor text (prefira o nome da marca ou URL)

      – Diretórios: ainda há relevantes, tanto gerais quanto de nichos. Bons lugares para começar esse levantamento são http://www.seomoz.org/directories e htp://www.searchenginejournal.com/web-directories

      – Farmer updates: Google penalizou sites de submissão de artigos de baixa qualidade, mas nem todos são de baixa qualidade. Vale a pena utilizar sites como PR Web – não tanto pelo link juice que esse site passa, mas sim porque aumenta o potencial de linkbaiting.

      • Paula Albocino March 30, 2011 at 4:26 pm #

        Legal, Manu!

        Só mais uma dúvida. Os diretórios indicados pelo Seomoz e o uso do PR Web são adequados para sites brasileiros?

  2. Mauricio Zane March 30, 2011 at 3:09 pm #

    O que exatamente ela quis dizer com ignorar o local onde o link será colocado?

    • Manuela Sanches March 30, 2011 at 3:40 pm #

      Oi Mauricio!

      Quando fui rever minhas anotações para te responder, vi que na verdade cometi um erro. O correto é “localização do site com o link”, ao invés de “local onde o link será colocado“.

      Já arrumei no texto. Me desculpem por isso!

      • Mauricio Zane March 30, 2011 at 4:30 pm #

        Tudo certo :)

        Excelente o review. Muito obrigado por compartilhar é de muito valor para toda a comunidade.

        Abs

        • Manuela Sanches March 30, 2011 at 7:12 pm #

          Oi Paula!

          Pra variar, as dicas são todas para estratégias nos EUA. De qualquer maneira, acredito que vale a pena testar esses diretórios considerados de qualidade, pois agregam diversidade ao perfil de links.

          Quanto ao PR Web, é mais utilizado por jornalistas dos Estados Unidos e Inglaterra, ou seja, para conteúdo em inglês.

          Perguntei para vários amigos que trabalham com assessoria de imprensa se eles utilizam alguma ferramenta parecida e eles falaram que não.
          Então, se valer a pena o jeito é trabalhar com assessoria de imprensa ‘tradicional’ e recorrer ao mailing.

          beijo,
          Manu

  3. Paulo Andraus March 30, 2011 at 7:31 pm #

    Seria interessante se vocês fizessem PodCasts.
    Esse tema é muito chato para ser um texto longo, mas merece uma bela conversa.

    Do jeito que tá já tá ótimo.
    Mais aprofundado então, nem se fala!

    • Manuela Sanches March 31, 2011 at 1:16 am #

      Oi Paulo,

      Acho uma boa ideia os podcasts, mas acho que precisamos “amadurecer” mais como blog antes de começar a gravá-los, mas obrigada pela dica!

      Você achou o texto longo? Eu achei até curto. E como são vários pontos, acho que fica mais fácil de entender com texto e imagens.

      Abraços,
      Manu

      • Paulo Andraus October 24, 2011 at 11:03 am #

        Me expressei mal, Manu.

        Não achei o texto longo. Mas acho que se for aprofundar mais cada ponto, um podcast seria ideal.

        E eu curto podcasts que enquanto vou trabalhando vou ouvindo o podcast sem precisar parar pra ler, sabe?

        Mas, mesmo em texto, o conteúdo está ótimo!

        Parabéns

  4. David William March 31, 2011 at 7:04 pm #

    Muito bom o resumo da palestra, só tem uma parte do texto que acho que ta errado.

    Onde ta:
    ” Após colher IP, pode inseri-lo na ferramenta FlagFox, que permite determiner”

    A ultima palavra não deveria ser “determinar”?

  5. Diego Massarotte March 31, 2011 at 11:00 pm #

    Fala Manu!

    O texto está bem compacto mas muito bem elaborado.

    Pelo visto ela retratou bem a questão de se conseguir links de sites que seus concorrentes ainda não possuem.

    É bem claro que quem está iniciando em SEO começa a analisar os links dos concorrentes e insere o dele em todos que são possíveis, não se importando com aqueles que são com atributo nofollow.

    A sessão de link building do SEO de Saia está ficando cada vez mais completo, parabéns!

  6. Manuela Sanches April 5, 2011 at 12:46 am #

    Oi Diego!

    Tentei passar os pontos que achei mais importantes e diferentes do que ouvimos em vários eventos.

    Ela enfatizou bastante sobre tentar localizar técnicas de black ou grey hat antes de começar a tentar conseguir os mesmos links, pois pode acabar sendo “um tiro no braço”.

    Obrigada pelo comentário!

    Abraços,
    Manu

  7. Alexsandro August 27, 2012 at 12:09 am #

    Muito bom este post da palestra que você fez Manuela.
    Tem uma coisa que me deixou curioso que é a métrica “Class C IP” tem algum motivo em especial ficar so nesta classe de IP?

  8. GR3 WEB August 9, 2014 at 11:32 pm #

    Conteúdo muito bom, obrigado pela ajuda.

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