Você diferencia conteúdo nas Mídias Sociais?

5 Apr


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Mike Wazowski acordava todos os dias, lia seu Google Reader cheio de conteúdo relevante para o público da Monstros S.A., “No susto e no grito, fazemos bonito”, e depois postava no Twitter e Facebook da empresa.

Mas Mike sempre reclamava que não conseguia interação das pessoas nas mídias sociais. Sabe, o trabalho do Mike era realmente muito bom. Definitivamente, ele não entendia qual era a das pessoas.

O Mike Wazowski continua por aí, administrando e falando por grandes e pequenas marcas. E, se o esforço dele não é valorizado por followers, fãs e amigos, tem alguma coisa errada aí.

 

 

Mike, eles não ligam pra gente!


Em época de grandes forças como “participação” e “sociedade criativa”, me parece um pouco tolo as empresas continuarem cegas em relação ao conteúdo e interação nas mídias sociais.

Quer dizer, eu vejo um grande esforço das marcas nesses ambientes, elas querem estar ali, querem interagir com o seu público, querem ser diferentes. Mas apenas querem.

Já li diversos planejamentos onde a grande estratégia era “postar conteúdo relevante”. Ok. Conteúdo relevante pode ter perdido lugar no topo das grandes estratégias, embora continue sendo uma. Mas, isso não basta.

Para tentar entender o que, talvez, o Mike Wazowski tenha feito de errado, precisamos perguntar: Ei, Mike! Que conteúdo é esse que você compartilha? E o retorno desse conteúdo, deu certo? Não? E o conteúdo que o seu público produz, onde fica? E a interação? Ei, Mike! O que você entende por “interação”?

Seu conteúdo é tão legal quanto o do seu público. E interagir com ele é mais legal ainda.

 

Twitter X Facebook


Sempre vejo infográficos e pesquisas que mostram o porquê do usuário deixar de seguir ou excluir tal marca das mídias sociais. São vários motivos, e obviamente que bom senso é um deles, mas não o único.

Laura Gomez, gerente de internalização do Twitter no México, disse, em recente entrevista, que o “Twitter no es una red social, es una red de información abierta”. Concordando ou não, ela nos chama à atenção para um ponto importante: Se o Facebook é um site de rede social, e o Twitter uma “rede de informação”, por que duplicar o conteúdo nessas mídias sociais? Por que ignorar as suas especificidades?

Não sei por que, mas decidimos que o Twitter e o Facebook, por simples semelhanças, devem ser tratados de forma igualitária em relação ao conteúdo.

Se eu sigo uma marca no Twitter e também sou fã no Facebook, qual o objetivo de receber o mesmo conteúdo nos dois lugares? Nenhum.

Não sei a Laura, mas eu fico deprimida quando percebo que, por exemplo, um determinado perfil no Twitter é um mero espelho da página no Facebook. Pior, quando vejo que todo o conteúdo se resume em: título de notícia + link.

Sabe, não estou dizendo que uma marca precisa ter uma presença fantástica em todos os lugares, apenas que ela precisa definir posicionamento e foco. Qualidade sempre é melhor que quantidade. Nas mídias sociais não seria diferente.

Estar em todas os lugares não é importante. Não é para mim, não é para o Mike Wazowski, não é para sua empresa e não é para o seu consumidor. Você pode estar apenas em um canal, mas faça um trabalho planejado e pense na mensuração do retorno.

 

Oh, wait! Lembra do Mike Wazowski?


O trabalho nas mídias sociais não pode ser apenas passivo, muito menos isolado. Talvez esse seja exatamente o problema do Mike, focar no seu conteúdo relevante e esquecer todo o resto.

Para entender melhor o posicionamento das marcas em relação ao conteúdo e interação, focando principalmente no Twitter e Facebook, gosto do case da Coca-Cola. Ele não é perfeito, mas me chamou à atenção por algumas questões.

Assim como a página no Facebook, o perfil da Coca-Cola no Twitter tem um posicionamento muito bem definido. Ambos buscam divulgar o universo da marca, mas conseguem fazer isso de maneira diferenciada. Enquanto o perfil no Twitter assume uma posição mais interativa, comentando menções, conversando com os consumidores, a página no Facebook brinca com imagens, desejos e referências.

 

Interação em diversos idiomas. Divertido sem ser forçado.

Conteúdo do consumidor e perguntas. Valorização e interatividade.

 

Se o Mike e a Monstros S.A. parasse um pouco de se concentrar no  “conteúdo relevante”, produtos, promoções e próprio umbigo, talvez nada estivesse tão confuso. Não limitar a visão e perceber que existe muita coisa além do que enxergamos faz bem.

E você, diferencia conteúdo nas Mídias Sociais?

😉

Priscila Muniz



49 Comentários to “Você diferencia conteúdo nas Mídias Sociais?”

  1. Elis Mesquita April 5, 2011 at 1:18 pm #

    Matéria maravilhosa, clara concisa e objetiva. Parabéns!

    • Priscila Muniz April 5, 2011 at 2:45 pm #

      Obrigada pelo elogio, Elis! Que bom que gostou 😉

  2. Elis Mesquita April 5, 2011 at 1:22 pm #

    Olá Priscila Muniz, parabéns pela matéria, pela clareza pela sua linha de redação, muito boa!!!

    Elis Mesquita
    @lismesquita

  3. Renata Tibiriçá April 5, 2011 at 1:22 pm #

    Ei Pri! SENSACIONAL o post! Sua escrita e forma de explicar ficou simplesmente excelente!
    A idéia de separação de conteúdo nas mídias é realmente importante e é coisa rara de se ver por aí!

    Parabéns! 😉

    • Priscila Muniz April 5, 2011 at 2:46 pm #

      Exatamente, Rê! Coisa rara e mal aproveitada. O post funciona como uma provocação mesmo, para as pessoas aprenderem a valorizar cada ambiente e o que ele pode oferecer. 😀

  4. Carol Ramalho April 5, 2011 at 1:25 pm #

    Gostei bastante, Pri!
    Simples, direto e descontraído, parabéns :)

    Inclusive, você tem cases legais em Páginas de Fãs no Facebook pra compartilhar com a gente? :)

    • Priscila Muniz April 5, 2011 at 2:48 pm #

      Oi, Carol! Conheço vários cases interessantes no Facebook. Boa ideia a sua, quem sabe não junto esse material e faço um novo post? 😉

  5. André Crevilaro April 5, 2011 at 1:33 pm #

    Faz todo o sentido as informações contidas neste texto, parabéns pela iniciativa de clarear as empresas e pessoas sobre esse prisma!

  6. Erik Vicente April 5, 2011 at 1:36 pm #

    Excelente Artigo Priscila,

    Concordo com você, redundância sempre passa uma mensagem de desorganização e chatice…

    O correto é manter o conteúdo exclusivo em cada canal…

    Mas como seria caso tivesse públicos da mesmo categoria em duas redes sociais diferentes, porém os usuários não fossem os mesmos… Ai vale a pena replicar? Ou ainda assim é melhor manter o conteúdo único em cada canal?

    Abraços

    @ErikLVicente

    • Priscila Muniz April 5, 2011 at 2:53 pm #

      Olá, Erik! Às vezes o conteúdo acaba sendo repetido, o que é normal. Mas, por exemplo, no Facebook eu tenho recursos que não existem em um tweet de 140 caracteres. Precisamos entender a dinâmica do ambiente. Posso, inclusive, falar a mesma coisa com outras palavras, com outra entonação, mas sempre com foco no consumidor, na interação. O post é uma provocação, uma forma de mostrar que as pessoas precisam sair do comodismo. Toda e qualquer experimentação é válida, é dessa forma que encontramos o nosso caminho. Obrigada pelo comentário 😉

  7. Vinicius Marino April 5, 2011 at 1:47 pm #

    Parabéns pelo post Priscila.

    Passou as informações necessárias de forma bastante clara. Realmente é difícil ver conteúdos diferentes nas mídias. A galera cria perfil em todas as redes possíveis só pra ficar postando conteúdo, mas esquecem do mais importante, o engajamento com os consumidores.

  8. Mayara Alanna April 5, 2011 at 1:56 pm #

    Excelente texto! Realmente muitas empresas precisam aprender como usar de maneira proveitosa as redes sociais. É deprimente ver que um perfil simplesmente não interage com os usuários, sejam os que mencionam no twitter ou faze comentários e publicam em seu mural no facebook. É preciso deixar de lado o lado sisudo e formal do ambiente corporativo e ter um tratamento mais pessoal nas redes sociais. Parabéns! =D

    • Priscila Muniz April 5, 2011 at 2:55 pm #

      Exatamente, Mayara. As empresas precisam encontrar o caminho certo nas mídias sociais, cada uma com sua especificidade e sempre respeitando o consumidor. Obrigada pelo elogio :)

  9. Aline April 5, 2011 at 2:16 pm #

    Pri, achei o texto divertidíssimo.

    Apesar de concordar 1000% com sua afirmação sobre cada meio ter sua peculiaridade, ainda acho um pouco difícil não dividir o mesmo conteúdo nos dois meios. Acho interessante repensar em como compartilhar este conteúdo. Da mesma forma que o twitter tem várias regrinhas para otimizar o tweet, o facebook também tem.

    Enfim, muito legal. Parabéns!!

  10. Mariana Rodrigues April 5, 2011 at 2:42 pm #

    Pri,

    Parabéns pelo post! Muito claro e objetivo e você tratou uma questão que hoje é muito esquecida ou deixada de lado pelas empresas quando estas fazem perfis nas redes sociais.

    É preciso ter estratégia para cada público e interagir com eles sempre.

    Adorei seu post!

  11. Carolina April 5, 2011 at 3:26 pm #

    Exatamente. Ótimo post!

    Sempre me pergunto: Qual a vantagem de seguir uma página no Fb e no Twitter que tem exatamente o mesmo conteúdo nas duas?

    :)

  12. catherine battisti April 5, 2011 at 4:41 pm #

    Ótima matéria!! Muito bem explicada! Há empresas que acham que ter apenas o perfil nas redes sociais é importante, mas esquecem que as pessoas que te seguem, que te curtem nas redes sociais, querem principalmente se comunicar com a empresa e ser correspondido.
    Abraços

    • Priscila Muniz April 6, 2011 at 1:41 pm #

      E isso é muito importante, Catherine! Concordo com você :)

  13. Thiago April 5, 2011 at 4:47 pm #

    Exelentes informações. Parabéns priscila!

  14. Mário Luan April 5, 2011 at 4:52 pm #

    Parabéns pelo post. Achei mto bacana. Acho que não só em mídias sociais mais em SEO também devemos ter este pensamento de saber usar as fontes de tráfego de maneira sensata.

  15. Djavan April 5, 2011 at 4:56 pm #

    Adorei o post !!
    Você tratou de dois pontos, mas acabou deixando um terceiro ponto disponível pra quem quiser: Como preparar e escrever um post? a resposta é o próprio post.

    Muito natural, perfeito !

  16. Leonardo Luis April 5, 2011 at 5:01 pm #

    Observar o que é compartilhado entre os consumidores on-line e gerar conteúdo adequado às particularidades de cada rede me parece a opção mais assertiva para consolidar interações.
    Valeu pelo conteúdo Priscila. É super interessante.:)

  17. Renato Vitor April 5, 2011 at 5:06 pm #

    Perfeito Pri,

    Um post para toda empresa que acha que basta colocar um ícone de social media e pronto, e acham acaba por ai, senso que isso não é nem o começo.

    • Priscila Muniz April 6, 2011 at 1:42 pm #

      Exatamente, Renato. Precisamos parar com essa ilusão e entender o que é fazer parte desse universo. :)

  18. Helena April 5, 2011 at 5:25 pm #

    Matéria maravilhosa Priscila.

    Mas o que fazer se na empresa o que importa é a quantidade não a qualidade?

    Onde se acredita ser necessário ter milhões de perfis?

    Acredito em segmentação quando há conteúdo relevante e diferenciado para cada público e mídia/redes.

    Acredito que isso aconteça pois para os profissionais isso é normal mas para a empresa (gestores) isso ainda é muito novo.

    Parabéns! Abraços!

  19. Evandro F. April 5, 2011 at 5:30 pm #

    Good Job!

  20. Filipe Duarte April 5, 2011 at 5:35 pm #

    post do caralho! olps!
    gostei de verdade!

  21. Jefferson Xavier - Jex April 5, 2011 at 7:14 pm #

    Excelentes colocações, claras e diretas. Vc está de parabéns Priscila e vou procurar tratar melhor deste assunto nas minhas próximas palestras. Vou adicionar você agora nos meus blog favoritos. Vc é show!

  22. Leonardo Araujo April 5, 2011 at 8:27 pm #

    Pri, muito bom o post e o toque geral sobre a abordagem. Acho que não só as marcas, mas os perfis pessoais precisam ser diferenciados. Eu tinha até alguns dias atrás o Twitter linkado no Facebook. Tudo que postava no tt, ia para o fb e as pessoas q só usam o fb, comentavam lá o q eu havia escrito no tt, horas, dias atrás. Isso me incomodava, aí eu resolvi retirar o tt automático e usar um app q envia apenas alguns tweets (qdo uso a tag #fb) para o perfil do fb. Isso reduziu a quantidade de info q ia para o fb, mas creio que melhora a qualidade do que posto lá.

    A mesma forma pode ser aplicada com sucesso, como o case CocaCola mostra, nos dois ambientes para perfis corporativos. Acho que se o tt lançar mesmo suas brand pages, perfis corporativos poderão ter sua info melhor organizada no tt. É isso.

    Ótimo post!

  23. Paula Albocino April 6, 2011 at 12:39 am #

    Arrasou, Pri! :)
    Bjos

  24. Gabriela April 6, 2011 at 4:54 pm #

    Muito bom artigo, conseguiu escrever de forma fácil e didática o que acontece por aí.

  25. Bruno Dantas April 7, 2011 at 6:03 pm #

    Mídias Sociais diferentes = mais possibilidades de abordagem, se você tem a chance de aumentar a quantidade de informações por que repetir?
    Parabéns pelo Texto Pri, muito bom =D

  26. Michel Dieps April 8, 2011 at 4:34 am #

    Irado, direcionado e pertinente, você abordou um assunto que está em alta na boca dos profissionais de mídias e redes sociais e que amadores estão se matando pra resolver. Este post deveria ser lido por pessoas que precisam de uma orientação na hora de compartilhar seus conteúdos de maneira correta.
    Gostei da dica, vou aplicar!

    BjOo

  27. Virgínia April 8, 2011 at 12:57 pm #

    Parabéns pelo post. Muito bom de ler.
    A Coca-Cola tem uma história de uso das midias (mesmo quando não eram sociais) para contato com a “sua geração”. Ou seja, quando surgiu a TV, a Coca-Cola estava lá adequando o conteúdo da sua comunicação ao meio. Isso faz parte da estratégia de comunicação da marca, está no seu DNA. É muito interessante ver como a marca evolui para acompanhar o seu público, que é essencialmente de jovens. Tem um DVD – Geração Coca-Cola – da Superinteressante que mostra toda a construção da imagem da marca. Hoje, eles poderiam fazer uma continuação desse documentário mostrando como tabalham isso nas mídias sociais, como você bem analisou. Abs.

  28. João Paulo Balthazar May 3, 2011 at 8:52 pm #

    Olá Priscila,
    Parabéns pelo post. O único que encontrei até agora com exemplos de posicionamento e abordagem em mídias sociais. Por acaso você não teria mais alguns cases que possa compartilhar comigo? Estou precisando para treinamentos. Obrigado. @jpbalthazar

    • Priscila Muniz May 3, 2011 at 9:22 pm #

      Obrigada, João Paulo :)

      Não tenho nada publicado, mas existem diversos blogs que abordam cases, vale a pesquisa. A ideia dos meus posts é sempre trazer esse exemplos, acompanhe.

      Precisando de alguma coisa, é só falar :)

      abs,

      • João Paulo Balthazar May 3, 2011 at 10:20 pm #

        Obrigado pela resposta.
        Sobre blogs com cases de abordagens em posts/mensagens, não acho nada na web. Ao menos não em português.
        Sds.

  29. Arthur Amaral June 6, 2011 at 10:36 am #

    Realmente, você abriu os meus olhos Priscila!
    Parabéns pelo artigo! Abraços!

  30. Danielle Fenta July 29, 2011 at 11:13 pm #

    Interessante “Twitter no es una red social, es una red de información abierta” Nunca tinha visto este comentário e por mais idiota que possa ser não tinha parado para ver com esta visão, apesar de concordar que em cada rede o posicionamento deva ser diferenciado… seu texto está ótimo.É complicado já peguei empresa também que só queria que o conteúdo no twitter fosse informação sem interatividade o mais louco é que era um festival rs , ou seja, falar com a galera que perguntava detalhes era algo crucial, para o desenrolar do evento a pessoa responsável não compreendeu isto eu tive de parar a ação, mas o o melhor veio depois quando ao chegar no evento tinham mais de 50 twiteiros,lógico isto só funcionou no twitter no Facebook seria muito complicado de desenvolver o mesmo mecanismo.

    Ótimo texto, beijos @xpdmidia

  31. Cristiano September 3, 2011 at 11:56 pm #

    Show!!! parabéns e ajudou muito mesmo! com isto consegui entender de vez que a interatividade com os fãs é a estratégia principal em vez de enxer linguiça, não adianta um monte de post – até porque para isto basta uma boa pesquisa no Google ou ver noticiários ou grandes portais.

    Vou por em prática, que pena que descobri tarde o curso no formato EAD – mas na próxima vez participarei.

    Grato.

  32. Heitor Martins March 25, 2013 at 11:55 am #

    Olá! Muito bom mesmo o post. Só uma coisinha, quando se clica ali no rosto da Priscila Muniz nos comentários eu tô sendo redirecionado para uma página 404.

    abs,

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